quarta-feira, 5 de outubro de 2011

SAÚDE EM FOCO - COQUELUCHE

O retorno da coqueluche no Brasil
Especialistas estão surpresos com surtos de doença esquecida há 30 anos
A doença esquecida há mais de 30 anos e antes só vista na infância voltou com força, atingindo crianças e adultos. Altamente contagiosa, causada por duas bactérias chamada Bordetella pertussis e B. parapertussis, a infecção pode trazer sérias complicações, como pneumonia. E só tem um jeito de se proteger: vacinação.
Bordetella pertussis, um cocobacilo responsável por causar a coqueluche. É uma bactéria aeróbia, fastidiosa, gram negativa e que requer a utilização de maios de cultura especiais para o seu devido isalamento e identificação. Os primeiros relatos de coqueluche datam do século XVI, mas a bactéria só foi isolada pela primeira vez em 1906
A coqueluche (ou também conhecida como pertussis, tosse comprida ou tosse espasmódica) andava tão fora de moda que era tratada como “uma tosse que dava em crianças”. A volta da coqueluche é mesmo uma surpresa, depois de ter sido praticamente erradicada. No Brasil, o Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan) registrou 427 casos no ano passado, 80% deles em bebês menores de um ano. E o estado de São Paulo anotou aumento de 83%, entre 2006 e 2010. No Rio, o número de casos notificados saltou de 13, em 2010, para 27 este ano até agora, segundo a Secretaria municipal de Saúde. Na América Latina, o número de casos da infecção pela bactéria Bordetella pertussis cresceu quase cinco vezes entre 2003 e 2008, segundo a Organização Panamericana de Saúde. Em todo o mundo são 50 milhões de casos por ano, com 300 mil mortes, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em 2010, foram registrados 9.774 casos num surto na Califórnia – 72% das vítimas eram bebês com menos de seis meses -, o pior em 50 anos. Na Austrália a coqueluche atacou 35 mil pessoas, de julho de 2010 ao mesmo período deste ano, e 40% foram internadas. Por que a bactéria voltou com tanta força?
  • Os sintomas
Os primeiros sintomas são semelhantes aos da gripe e consistem em tosse, coriza, febre e olhos irritados: pertencentes ao estágio catarral. O próximo estágio, paroxístico, se desenvolve cerca de duas semanas após o anterior e tem como característica acessos de tosses sucessivas, com intervalos variáveis. Estas podem estar acompanhadas de muco, e a ocorrência de vômito é possível.
  • Surtos em vários países
Especialistas ainda procuram resposta. A supresa da volta da doença foi tão grande que ainda há muitos médicos que demoram a desconfiar que o diagnóstico pode ser coqueluche e atrasam o pedido de confirmação laboratorial. O problema é que quanto mais tarde for feito o exame, mais difícil ter certeza do diagnóstico. A coqueluche é causada por uma bactéria e ocasiona tanto estrago no pulmão que acaba levando a outras doenças, como pneumonia. Ou ainda, em casos mais graves da doença, podem causar danos ao Sistema Nervoso, como convulsões e encefalopatias, o que pode levar o paciente a óbito. Além disto, a coqueluche pode atacar pessoas que tenham sido vacinadas na infância. Isso porque a imunidade começa a cair cinco anos após a vacinação. Quem já tomou vacina na infância tem sintomas mais leves, mas continua infectando outras pessoas. Por isso, é preciso tomar o reforço.
- Os adultos contaminam bebês no primeiro ano de vida sem vacinação ou imunização incompleta – explica Renato Kfouri, presidente da Associação Brasileira de Imunizações (SBIm, www.sbim.org.br).
De 20% a 25% das queixas de tosse contínua e seca por mais de 14 dias são coqueluche, explica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações Regional Rio de Janeiro (SBIm-RJ). E se a pessoa já começou a tomar antibiótico ou demorou a procurar o médico, é difícil confirmar o diagnóstico em exame de cultura. A transmissão acontece por contato direto.
- É importante vigiar e investigar sintomas. Muitos pais e avôs terminam contaminando seus bebês sem se dar conta disso – diz.
No Brasil, apenas o Instituto Adolfo Lutz em São Paulo faz, de rotina, o exame de PCR (sigla em inglês de Reação de Polimerase em Cadeia), mais sensível, rápido e eficaz no diagnóstico da coqueluche. O melhor então é se proteger com a vacina tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche, comum ou acelular ou inativada, que traz menos reações), disponível nos postos de saúde ou em clínicas particulares.
A vacina é indicada para bebês de dois, quatro e seis meses, com reforço entre 15 e 18 meses e entre 4 e 6 anos, segundo a SBIm. Adultos (inclusive grávidas) devem ser vacinados e consultar seus médicos quanto às doses. Além da vacina tríplice bacteriana, foi lançada a Adacel Quadra, de reforço, que previne coqueluche, tétano, difteria e inclui poliomielite.
Fonte: Baseado no texto de Antônio Marinho (amarinho@oglobo.com.br) | Agência

SAÚDE EM FOCO

Redução de fumo diminui mortalidade dentro de 6 meses, diz estudo

Um estudo britânico concluiu que restringir o fumo reduz rapidamente – dentro de até seis meses – os índices de mortalidade em indivíduos e populações.
Os especialistas Simon Capewell e Martin O’Flaherty, do Institute of Psychology, Health and Well-being da University of Liverpool, no oeste da Inglaterra, analisaram resultados de testes clínicos e experimentos naturais.
Seu estudo, publicado na revista científica “Lancet”, sugere também que melhorias na dieta têm efeito positivo para a saúde dentro de um a três anos.
“Nossa pesquisa concluiu que proibições ao fumo e melhorias na dieta reduzem de maneira rápida e poderosa doenças crônicas em indivíduos e na população em geral”, disse Capewell.
“Isso acontece rápido, dentro de um período de tempo bem menor do que se pensava. Dentro de meses e anos em vez de décadas”.
“Essa descoberta significa que políticas como proibições ao fumo ou reduções em gorduras saturadas são eficazes na melhoria da saúde”.
Essas políticas, diz o especialistas, podem trazer economias de milhões ao sistema nacional de saúde britânico, o NHS.
Investigação Global – A equipe estudou o efeito de políticas para a redução no fumo em vários países e concluiu que as medidas tiveram efeito rápido e positivo sobre índices de mortalidade e número de internações.
Na Escócia, por exemplo, leis cerceando o fumo em lugares públicos que entraram em vigor em 2006 reduziram em 17% o número de internações por síndrome coronária aguda e em 6% o número de mortes fora do hospital por problemas cardíacos.
Da mesma forma, quando leis antifumo foram adotadas na cidade americana de Helena, no Estado de Montana, um hospital local registrou, dentro de um período de seis meses, uma queda de 40% no número de internações de pacientes com síndrome coronária aguda.
Seis meses após a lei ter sido revogada, as internações retornaram aos índices anteriores.
Mudanças na dieta também tiveram um impacto rápido e positivo sobre índices de mortalidade por doenças do coração, segundo o estudo.
Índices de mortalidade por doenças cardíacas subiram continuamente no século 20, atingindo um pico na década de 1970 na Grã-Bretanha, Estados Unidos e Europa Ocidental.
Entretanto, uma análise mais aprofundada de tendências em cada país revelou uma queda no início da década de 1940. Ela foi atribuída a uma diminuição repentina na ingestão, pela população, de carne e gorduras animais em virtude de racionamentos de comida durante a Segunda Guerra Mundial.
Mais recentemente, um estudo sobre doenças coronárias na Polônia revelou que mortes por doenças cardíacas vinham aumentando continuamente.
A partir de 1990, no entanto, os índices caíram em 25% dentro de um curto período, após suspensões a subsídios para carne e gordura animal em países comunistas. Simultaneamente, o mercado foi inundado por óleos vegetais e frutas.
Pesquisas feitas em outros países da Europa central revelaram tendências similares. (Fonte: G1)
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COMPORTAMENTO EM FOCO - SOCORRO!!!

SEREMOS UMA HUMANIDADE FELIZ, SOSSEGADA, EM PAZ ENQUANTO HOUVER HUMANOS SOFRENDO ASSIM ?
ATÉ QUANDO NOSSO DESCOMPROMISSO COM NOSSO IGUAL CONSEGUIRÁ CEGAR NOSSOS OLHOS E SELAR NOSSO CORAÇÃO?
O QUE FAZER?  SINCERAMENTE NÃO SEI!  MAS JUNTOS PODEMOS TUDO, JUNTOS PODEMOS MAIS!
                                 Míriam

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

BIOLOGIA EM FOCO

Diamantes brasileiros revelam nova teoria sobre ciclo do carbono



Em artigo publicado na edição desta quinta-feira (15) da revista científica Science, o pesquisador da Universidade de Bristol Michael Walter e seus colegas no Brasil e nos Estados Unidos revelam que o ciclo do carbono (movimento do carbono pela atmosfera, oceanos e crosta terrestre), do qual a grande maioria dos seres depende, atinge profundezas da Terra muito além do que se supunha, chegando até o manto inferior.
O achado desvenda a extensão do ciclo de carbono, mostrando a ligação entre processos químicos e biológicos que ocorrem desde a terra firme e os oceanos até o interior bem profundo do planeta.
Anteriormente, acreditava-se que o ciclo do carbono poderia chegar apenas até o manto superior da Terra, ou seja, cerca de 400 quilômetros em direção ao interior do globo. A novidade trazida à tona por esta pesquisa é a de que o ciclo do carbono seria capaz de atingir uma distância de 660 quilômetros, chegando, assim, mais profundamente ao interior da Terra.
Para se chegar a essa conclusão, os pesquisadores utilizaram matéria-prima brasileira: um conjunto de diamantes superprofundos de jazidas próximas à cidade de Juína, no norte do Mato Grosso, a 754 quilômetros da capital Cuiabá.
Os diamantes estudados contêm nas inclusões uma série de minerais formados quando o basalto se funde e cristaliza nas pressões e temperaturas extremas do manto inferior. A teoria dos cientistas é de que as inclusões teriam se dado quando as jazidas formadoras de diamantes incorporaram componentes basálticos da crosta terrestre do fundo do mar, que desceram até as partes mais inferiores do planeta. Se o caminho for realmente esse, o carbono que forma os diamantes pode ter sido depositado na crosta oceânica no fundo do mar. Essa ideia é reforçada pela relativa abundância de isótopos leves de carbono nos diamantes de Juína, pois essa forma mais leve é encontrada na superfície, e não no manto.
“Estudamos diamantes neste tipo de pesquisa pois eles são capazes de preservar os minerais inclusos. Os diamantes são transportados desde o manto inferior e as inclusões minerais podem ficar intactas. Essas pedras representam, portanto, amostras diretas e únicas do manto inferior. Outros minerais sendo transportados desde o manto inferior podem ser re-equilibrados e/ou modificados em pressões e temperaturas mais baixas”, disse ao iG a cientista da Universidade de Brasília Débora Passos de Araújo, que assina a pesquisa junto com Walter.
Para o autor principal da pesquisa, os diamantes são cápsulas do espaço e do tempo, capazes de carregar informações de lá para cá: “É possível que as inclusões minerais nos permitam perseguir o movimento do manto. Nós gostamos de pensar nos diamantes na forma de cápsulas do espaço e do tempo. Ao combinar o que a mineralogia nos diz sobre o quanto os diamantes têm sido transportados pelo fluxo do manto, com informações sobre a idade, podemos potencialmente calcular a taxa de movimentação das camadas terrestres”, explicou Walter ao iG.
O poder dos diamantes brasileiros – O motivo da escolha deste grupo de diamantes ocorreu em função da taxa de diamantes profundos encontrados em Juína ser expressivamente maior do que em outros locais.
“Os diamantes de Juína são conhecidos desde 1991 por conterem inclusões da zona de transição e do manto inferior. Anteriormente, só haviam sido descritos diamantes profundos na Austrália e na África do Sul. Os diamantes profundos de Juína continuaram a ser descobertos e sempre com mais novidades, maior número de inclusões e maior número de amostras do que nas outras localidades. Enquanto em outros locais se encontra 10%, 20% de diamantes profundos entre aqueles formados no manto superior, em Juína esta taxa pode alcançar 90%”, explicou Débora.
“O repositório de carbono importante na Terra é provavelmente o manto, ao invés da atmosfera ou da biosfera, mas é o menos compreendido. Em termos do ciclo de carbono global, os nossos novos achados podem ajudar a entender onde o carbono que passou pelo processo de subducção acaba e como o reservatório do manto pode afetar o ciclo global sobre a história da Terra”, finalizou Walter. (Fonte: Tatiana Tavares/ Portal iG)
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terça-feira, 6 de setembro de 2011

BIOLOGIA EM FOCO

Reciclagem de dióxido de carbono



A contribuição do excesso de emissão de dióxido de carbono (CO2) para as mudanças climáticas globais tem levado a comunidade científica a buscar formas mais eficientes para estocar e diminuir o lançamento do composto para a atmosfera.
Um novo estudo realizado por pesquisadores do Laboratório de Química Orgânica Fina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Presidente Prudente, abre a perspectiva de desenvolvimento de tecnologias que possibilitem capturar quimicamente o gás atmosférico e convertê-lo em produtos que possam ser utilizados pela indústria química para substituir reagentes altamente tóxicos utilizados hoje para fabricação de compostos orgânicos usados como pesticidas e fármacos.
Derivadas de um projeto de pesquisa apoiado pela FAPESP por meio do Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes, as descobertas do trabalho, intitulado “Estudo da fixação e ativação da molécula de dióxido de carbono com bases nitrogenadas”, foram publicadas na revista Green Chemistry, da The Royal Society of Chemistry.
O estudo demonstrou, pela primeira vez, que uma molécula, denominada DBN (uma base orgânica nitrogenada), é capaz de capturar dióxido de carbono, formando compostos (carbamatos) que podem liberar CO2 seletivamente a temperaturas moderadas. Dessa forma, a molécula poderá ser utilizada como modelo para pesquisas sobre a captura seletiva de dióxido de carbono de diversas misturas de gases.
“Essa descoberta abre perspectivas sobre como poderemos fazer com que o composto resultante da ligação da DBN com o dióxido de carbono se forme em maior quantidade. Para isso, temos que estudar possíveis modificações em moléculas que apresentem semelhanças estruturais e funcionais com a DBN para que o composto seja mais eficiente”, disse Eduardo René Pérez González, principal autor do estudo, à Agência FAPESP.
De acordo com o professor da Unesp, já se sabia que a DBN é capaz de capturar dióxido de carbono na presença de água. Por esse processo, a molécula retira um hidrogênio da água, ganha uma carga positiva (próton) e gera íons hidroxílicos (negativos) que atacam o dióxido de carbono, formando bicarbonatos.
Até então, entretanto, não se tinha demonstrado que o composto também é capaz de capturar CO2, formando carbamato, por meio de uma ligação nitrogênio-carbono tipo uretano, que tem relação direta com um processo biológico em que 10% do dióxido de carbono do organismo humano é transportado por moléculas nitrogenadas.
Em função disso, o processo também poderia ser utilizado para o tratamento de determinadas doenças relacionadas com a quantidade de CO2 e seu transporte no organismo.
“Essa descoberta nos leva a pensar que também poderíamos utilizar esse trabalho para fins bioquímicos, tentando, por exemplo, melhorar esse processo para tratamento de doenças relacionadas à concentração de dióxido de carbono nas células e alguns tecidos, como o pulmonar”, disse González.
Já na área industrial, os carbamatos – como, por exemplo, poliuretanas – derivados da captura de dióxido de carbono pela molécula DBN poderiam substituir tecnologias que utilizam reagentes altamente tóxicos, como o fosgênio, para preparação de compostos orgânicos usados como pesticidas e fármacos e em outras aplicações industriais.
“A possibilidade de se utilizar o dióxido de carbono para construir ou sintetizar moléculas que contêm o agrupamento carbonílico, sem a necessidade de se usar fosgênio ou isocianatos, representaria uma grande vantagem”, disse o pesquisador. (Fonte: Elton Alisson/ Agência Fapesp)
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

BRASIL EM FOCO - DIA DA AMAZÔNIA

Você sabia que existe um dia dedicado à Amazônia? É o dia 5 de setembro.
A Amazônia é a maior floresta tropical do planeta.
Ela ocupa um território muito extenso e tem uma variedade de animais, plantas e rios tão grande que ajuda a controlar o clima na terra.
Lá estão 50% de todas as espécies do planeta!

Estima-se que a região possui:
50 mil espécies de plantas
3 mil espécies de árvores
1.200 espécies de aves
320 espécies de mamíferos
3 mil espécies de peixes
400 espécies de anfíbios
300 espécies de répteis
10 milhões de espécies de insetos
Uma região tão importante assim para a natureza merecia mesmo ganhar um dia especial.
Parabéns Amazônia!
Fonte: www.smartkids.com.br

MUNDO EM FOCO - DIA OFICIAL DA FARMÁCIA



Em comemoração ao Dia da Farmácia, mostraremos algumas informações sobre o assunto no Brasil e no Mundo.
Com o Dia oficial da farmácia chegando, o Banco de Saúde resolveu fazer uma homenagem e procurou algumas informações interessantes sobre o assunto.
Um pouco de história
As atividades relacionadas à farmácia tiveram origem por volta do século X, com as boticas ou apotecas. Nesse período, a medicina e a farmácia eram uma só profissão. Era função do boticário conhecer e curar as doenças, mas ele deveria cumprir uma série de requisitos e ter local e equipamentos apropriados para a preparação e armazenamento dos medicamentos.
Com a propagação da lepra, Luís XIV, rei da França, amplia o número de farmácias hospitalares. E em 1777, Luís XV determina a substituição do termo apoticário por farmacêutico. No século XVIII, a profissão farmacêutica se separa da medicina e fica proibido ser médico e proprietário de botica. Mais adiante, em 1813, foi publicado o primeiro tratado de toxicologia, dando início à moderna farmacologia.
No Brasil, a profissão de boticário surgiu no período colonial. O boticário manipulava os produtos na frente do paciente e de acordo com a farmacopéia e a prescrição médica. Trazido de Portugal pelo governados geral, o primeiro boticário no Brasil foi Diogo de Castro. Isso só foi possível após a coroa portuguesa detectar que no Brasil, o acesso aos medicamentos só acontecia quando novas expedições apareciam com suas esquadras.
Com o tempo as boticas originaram dois novos tipos de estabelecimentos, a farmácia e o laboratório industrial farmacêutico. Na primeira Guerra Mundial, foi desenvolvida a terapia antimicrobiana, que significou avanços em quimioterapia, atibioticoterapia e imunoterapia. Isso tornou o fármaco um produto industrial, aliado às mudanças da sociedade de consumo e objeto de interesses econômicos e políticos.
A partir de 1950, a sociedade passa a dispor dos serviços das farmácias e da qualificação do farmacêutico.

Conselhos Federal e Regionais
Inspirados na Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, os farmacêuticos decidiram criar os Conselhos Federal e Regionais de Farmácia. Muitas alterações foram feitas até que o projeto final foi sancionado com a Lei n°3820, de 11 de novembro de 1960, criando os Conselhos de Farmácia.
A criação de um órgão de fiscalização da ética e da disciplina dos que exercem atividades farmacêuticas era vista pelas lideranças como a salvação da profissão dos farmacêuticos. O fato de, na época, 60% dos farmacêuticos terem mais de 50 anos, associado à existência de apenas três faculdades de Farmácia no estado de São Paulo, levou à conclusão de que se alguma medida não fosse tomada a profissão de farmacêutico estaria ameaçada de morte.
Os primeiros passos para a composição e instalação do Conselho Federal de Farmácia, começaram em meados de 1961. A sede do CFF foi instalada em São Paulo e foram eleitos o primeiro Plenário e a primeira Diretoria. O CFF criou os primeiros dez Conselhos Regionais na sua Resolução n°02 e os nomeou numericamente.
A expectativa dos profissionais quanto ao futuro da profissão não poderia ser melhor. Vindos de todos os estados, farmacêuticos compareceram com seus documentos para requerem suas inscrições. Por falta de recursos financeiros, na época os Conselhos não contavam com a colaboração de ninguém, o Diretor do Serviço de Fiscalização do Exercício Profissional mandou inspetores divulgarem o fato por todas as farmácias do interior.
Desde então cabe aos Conselhos inscrever os profissionais, expedir as carteiras e cédulas de identidade profissional, registrar empresas, pessoas físicas ou jurídicas que explorem serviços que necessitem de profissionais farmacêuticos, examinarem reclamações e representações escritas acerca dos serviços de registro e das infrações, fiscalizar o exercício das atividades profissionais farmacêuticas e zelar pela integridade do âmbito profissional.
Campanhas de Educação em Saúde
Alguns Conselhos Regionais exercem campanhas de conscientização e aconselhamento da população a cerca de várias doenças. Além de ser um estímulo ao trabalho do farmacêutico como profissional e educados em saúde, proporciona uma maior esclarecimento à população.
Em sua maioria as campanhas têm como objetivo
Orientar sobre a detecção precoce de problemas relacionados ao tema proposto
Orientar sobre os meios de prevenção
Incentivar a atuação do farmacêutico em Educação para a Saúde
Incentivar na comunidade a visão das farmácias e drogarias como estabelecimentos de saúde, onde ele poderá buscar orientação de um profissional.
Fonte: www.bancodesaude.com.br

SAÚDE EM FOCO

Redução de fumo diminui mortalidade dentro de 6 meses, diz estudo

Um estudo britânico concluiu que restringir o fumo reduz rapidamente – dentro de até seis meses – os índices de mortalidade em indivíduos e populações.
Os especialistas Simon Capewell e Martin O’Flaherty, do Institute of Psychology, Health and Well-being da University of Liverpool, no oeste da Inglaterra, analisaram resultados de testes clínicos e experimentos naturais.
Seu estudo, publicado na revista científica “Lancet”, sugere também que melhorias na dieta têm efeito positivo para a saúde dentro de um a três anos.
“Nossa pesquisa concluiu que proibições ao fumo e melhorias na dieta reduzem de maneira rápida e poderosa doenças crônicas em indivíduos e na população em geral”, disse Capewell.
“Isso acontece rápido, dentro de um período de tempo bem menor do que se pensava. Dentro de meses e anos em vez de décadas”.
“Essa descoberta significa que políticas como proibições ao fumo ou reduções em gorduras saturadas são eficazes na melhoria da saúde”.
Essas políticas, diz o especialistas, podem trazer economias de milhões ao sistema nacional de saúde britânico, o NHS.
Investigação Global – A equipe estudou o efeito de políticas para a redução no fumo em vários países e concluiu que as medidas tiveram efeito rápido e positivo sobre índices de mortalidade e número de internações.
Na Escócia, por exemplo, leis cerceando o fumo em lugares públicos que entraram em vigor em 2006 reduziram em 17% o número de internações por síndrome coronária aguda e em 6% o número de mortes fora do hospital por problemas cardíacos.
Da mesma forma, quando leis antifumo foram adotadas na cidade americana de Helena, no Estado de Montana, um hospital local registrou, dentro de um período de seis meses, uma queda de 40% no número de internações de pacientes com síndrome coronária aguda.
Seis meses após a lei ter sido revogada, as internações retornaram aos índices anteriores.
Mudanças na dieta também tiveram um impacto rápido e positivo sobre índices de mortalidade por doenças do coração, segundo o estudo.
Índices de mortalidade por doenças cardíacas subiram continuamente no século 20, atingindo um pico na década de 1970 na Grã-Bretanha, Estados Unidos e Europa Ocidental.
Entretanto, uma análise mais aprofundada de tendências em cada país revelou uma queda no início da década de 1940. Ela foi atribuída a uma diminuição repentina na ingestão, pela população, de carne e gorduras animais em virtude de racionamentos de comida durante a Segunda Guerra Mundial.
Mais recentemente, um estudo sobre doenças coronárias na Polônia revelou que mortes por doenças cardíacas vinham aumentando continuamente.
A partir de 1990, no entanto, os índices caíram em 25% dentro de um curto período, após suspensões a subsídios para carne e gordura animal em países comunistas. Simultaneamente, o mercado foi inundado por óleos vegetais e frutas.
Pesquisas feitas em outros países da Europa central revelaram tendências similares. (Fonte: G1)
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COMPORTAMENTO EM FOCO - FILOSOFAR

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CONSCIENTIZAÇÃO EM FOCO - DIA NACIONAL DO COMBATE AO FUMO

29 de Agosto

O tabagismo é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo. Estima-se que no país ocorram 200 mil falecimentos por ano, em consequência do cigarro.
Os males causados pelo hábito de fumar incluem câncer de pulmão, doença coronariana, doença pulmonar obstrutiva crônica, e doença cérebro-vascular. Outras doenças que também estão relacionadas ao uso do cigarro são aneurisma arterial, trombose vascular, úlcera do aparelho digestivo, infecções respiratórias e impotência sexual no homem.
Uma pesquisa realizada entre 2002 e 2003 com pessoas de 15 anos ou mais, em 15 capitais brasileiras, mostrou que Porto Alegre tem o maior índice de fumantes do país.

Mesmo assim, o consumo tem se mantido estável. Isto porque o cigarro causa dependência química, o que torna difícil para o fumante abandonar o hábito. No cigarro, assim como em todos os outros derivados do tabaco, a nicotina faz o papel de vilã.
Esta droga é uma substância psicoativa, ou seja, produz sensação de prazer, o que pode induzir o abuso e a dependência. Com o tempo, o fumante necessita de cada vez mais doses da substância para proporcionar aquela sensação inicial de prazer.
O aumento no consumo agrava a dependência, o que aumenta as possibilidades de se contrair doenças debilitantes, que podem levar à invalidez e à morte.
Mas parar de fumar não é impossível. Confira aqui as dicas do Ministério da Saúde para se livrar deste vício e levar uma vida muito mais saudável!

Parada Imediata

Você marca uma data e nesse dia não fumará mais nenhum cigarro. Esta deve ser sempre sua primeira opção.

Parada Gradual

Você pode utilizar este método de duas formas:

Reduzindo o número de cigarros

Por exemplo: Um fumante de 30 cigarros por dia, no primeiro dia fuma os 30 cigarros usuais.
no segundo - 25
no terceiro - 20
no quarto - 15
no quinto - 10
no sexto - 5
O sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros.

Retardando a hora do primeiro cigarro

Por exemplo:
no primeiro dia você começa a fumar às 9 horas
no segundo às 11 horas
no terceiro às 13 horas
no quarto às 15 horas
no quinto às 17 horas
no sexto às 19 horas
no sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarro
A estratégia gradual não deve gastar mais de duas semanas para ser colocada em prática, pois pode se tornar uma forma de adiar, e não de parar de fumar. O mais importante é marcar uma data-alvo para que seja seu primeiro dia de ex-fumante.
Lembre-se também que fumar cigarros de baixos teores não é uma boa alternativa.
Todos os tipos de derivados do tabaco (cigarros, charutos, cachimbos, cigarros de Bali, etc) fazem mal à saúde.
Caso não consiga parar de fumar sozinho, procure orientação médica. Cuidado com os métodos milagrosos para deixar de fumar.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br
Dia Nacional de Combate ao Fumo

29 de Agosto

Lei Nº 7.488, 11/06/1986

O tabagismo é principal causa de muitas doenças pulmonares, como a bronquite crônica, o enfisema pulmonar e o câncer de pulmão. Está associado ainda a doenças cardiovasculares e a tumores em vários outros locais.
Com o objetivo de conscientizar a população sobre o assunto e diminuir os riscos desses tipos de doenças, o governo aprovou, em 1986, a Lei Federal nº 7488, que estabeleceu o dia 29 de agosto como Dia Nacional de Combate ao Fumo, criando assim, o compromisso de elaborar campanhas de combate ao tabagismo.
Essa iniciativa também é praticada em todo mundo no dia 31 de Maio, conhecido como Dia Mundial sem o Tabaco, que movimenta todos países na luta contra o vício.
Segundo dados da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, no Brasil, cerca de 30% da população adulta é fumante. Além disso, estima-se que ocorram, a cada ano, 125.000 mortes no país por doenças associadas ao fumo.
Fonte: UFGNet; Soleis

domingo, 28 de agosto de 2011

COMPORTAMENTO EM FOCO - DIA DO AVICULTOR

Quinta-feira, 28 de agosto de 2008 11:50  

Redação (28/08/2008)- O dia 28 de agosto é marcado para celebrar o dia da avicultura nacional. Acredita-se que a ave tenha chegado ao Brasil em 1503, com Gonçalo Coelho, que atracou no Rio de Janeiro. Mas a produção comercial surgiu em Minas Gerais, por volta de 1860, quando o Estado começou a despachar galináceos e laticínios para outras regiões do País.
A criação do frango, no entanto, era campestre. As aves (crioulas ou galinhas caipiras) viviam soltas e demoravam seis meses para atingir o peso de abate, na faixa de 2,5 quilos ou mais.
O processo de modernização e de produção em escala da avicultura no País começou na década de 30, em razão da necessidade de abastecer os mercados que já eram gigantescos na época.
A partir dos anos 50, a avicultura brasileira ganhou impulso com os avanços da genética, com o desenvolvimento das vacinas, nutrição e equipamentos específicos para sua criação. As grandes agroindústrias avícolas brasileiras ganharam estrutura no início dos anos 60.
Hoje, os frangos de corte são abatidos com cerca de 37 dias de idade e peso médio de 2,4 quilos. A metamorfose da avicultura comercial brasileira, com o melhoramento genético, introdução do sistema de produção integrada, nutrição balanceada, manejo adequado, controle sanitário e qualidade da carne e dos ovos é uma das maiores façanhas do agronegócio nacional e que, pelo jeito, não deve parar por aí.
O Brasil é hoje o terceiro maior produtor (atrás dos EUA e da China) de carne de frango e em 2007, sua produção totalizou 8,47 milhões de toneladas. O País exportou 3,2 milhões de toneladas de carne no ano passado, que gerou uma receita de US$ 4,4 bilhões, mantendo-se como o maior exportador mundial. Se somarmos o faturamento das exportações de carne de peru, material genético, matrizes, pintos de um dia e produtos de ovos, que renderam mais de US$ 365 milhões, chegamos a quase US$ 5 bilhões em receita. O consumo per-capita de carne de frango se aproximou dos 38 kg por habitante em 2007.
Redação Avicultura Industrial

Dia do avicultor


domingo, 14 de agosto de 2011

COMPORTAMENTO EM FOCO - DIA DO COMBATE A POLUIÇÃO

Dia do Combate à Poluição



O homem perde-se numa estranha contradição quando vai relacionar-se com a natureza: ele destrói para construir. Essa atitude já se reflete no meio ambiente: rios poluídos por resíduos industriais, a chuva ácida nas grandes cidades, a névoa escura que acompanha o nascer do dia nas metrópoles. Todas conseqüências da irracionalidade humana quando se fala em preservação. A saúde e o bem-estar humanos estão diretamente relacionados com a qualidade do meio ambiente, isto é, com suas condições física, química e biológicas. biológicas.
Entende-se por poluição a deterioração das condições ambientais, que pode alcançar o ar, a água e o solo. Poluição Atmosférica A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas só1idas no ar. As principais causas desse fenômeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgicas, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em usinas, automóveis e sistemas de aquecimento doméstico.
O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do aparelho respiratório, como a bronquite crônica, a asma e até o câncer pulmonar.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

BRASIL EM FOCO

Dia Internacional das Populações Indígenas

09 de Agosto

Os povos indígenas somam mais de 350 milhões de pessoas repartidas em mais de 70 países do mundo e representam mais de 5.000 línguas e culturas.
Os povos indígenas, que hoje em dia ainda se encontram marginados e privados dos direitos humanos básicos, conformam o 95 por cento da diversidade cultural do mundo.

São eles quem "contribuem à diversidade e riqueza das civilizações e culturas, que constituem o património comum da Humanidade".
O Dia Internacional dos Povos Indígenas foi instituído pela Organização das Nações Unidas – ONU no ano de 1993, quando também foi definida a Década Internacional dos Povos Indígenas (1994 a 2004).
Em 20 de Dezembro de 2004, através da resolução 59/174, a Assembleia da ONU aprovou o segundo decénio dos povos indígenas (2005-2014).
A data, 9 de Agosto, é uma referência ao primeiro dia em que se reuniu o Grupo de Trabalho sobre Populações Indígenas da Subcomissão de Prevenção de Discriminação e Protecção às Minorias da ONU, em 1982.
MENSAGENS DO SECRETÁRIO-GERAL DA ONU, KOFI ANNAN, POR OCASIÃO DO DIA INTERNACIONAL DAS POPULAÇÕES INDÍGENAS - (9 de Agosto de 2004)
O Dia Internacional das Populações Indígenas do Mundo, instituído pela Assembleia Geral das Nações Unidas, no momento do lançamento da Década Internacional das Populações Indígenas.
Este Dia Internacional proporciona-nos uma oportunidade de celebrar a riqueza das culturas indígenas e as contribuições das populações indígenas para a família humana.
Mas, o que é ainda mais importante, é uma ocasião para os homens e as mulheres do mundo inteiro avaliarem a situação das populações indígenas no mundo de hoje e os esforços que é preciso fazer para melhorar a sua vida.
Há demasiado tempo que as populações indígenas são despojadas das suas terras, que as suas culturas são denegridas ou diretamente atacadas, que as suas línguas e costumes são relegados para segundo plano ou explorados e que os seus métodos sustentáveis de desenvolver os recursos naturais não são tomados em consideração.
Algumas dessas populações enfrentam também a ameaça de extinção.
Há muitos anos que as populações indígenas vêm aos foros da ONU pedir o apoio de todo o conjunto do sistema das Nações Unidas. No contexto da Década Internacional, foram lançados um diálogo e uma parceria com as Nações Unidas.
É preciso que este processo dê frutos e, para esse efeito, há que tomar medidas decisivas ao nível regional, nacional e local, nomeadamente para assegurar a realização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio.
No quadro destas medidas, os governos, as organizações intergovernamentais e a sociedade civil devem empenhar-se em dar autonomia às populações indígenas e garantir a sua participação na tomada de decisões que afetem a sua vida.
Fonte: www.caestamosnos.org

BIOLOGIA EM FOCO


Primeira gata clonada completa dez anos sem reproduzir réplicas

Há quase dez anos desde a clonagem do primeiro gato – ou melhor, gata -, as previsões para o início de um mercado comercial para a “ressurreição” de animais de estimação com o uso dessa tecnologia se mostraram um fiasco.
A empresa líder em clonagem de mascotes nos Estados Unidos parou de operar em 2009, e mesmo a clonagem de gado é relativamente pequeno, com algumas centenas de porcos e vacas clonados anualmente no mundo todo.
Mas os donos de CC, a primeira gata clonada, ainda a consideram um grande êxito.
Mais velha e gordinha, e mais lenta por causa da idade, a gata branca e cinza é como qualquer outro animal de sua espécie.
“As pessoas esperam que haja algo diferente nela”, diz Duane Kraemer, pesquisador da Universidade do Texas A&M e integrante da equipe que clonou CC.
“Nós a levamos a uma exposição de gatos uma vez. Um homem que veio vê-la disse que se parecia com qualquer outro gato de armazém”, contou.
CC, cujo nome são as iniciais de Cópia Carbônica, nasceu em um laboratório da A&M em 22 de dezembro de 2001, a partir de uma célula tirada de um gato tricolor chamado Rainbow, e inserida em outro embrião de gato.
O embrião foi, então, implantado em uma mãe de aluguel, chamada Allie.
CC tem exatamente a mesma constituição genética de Rainbow, mas não tem sua coloração laranja, pois geralmente apenas duas cores – e não três – são passadas na clonagem de gatos tricolores.
“A clonagem é reprodução, não ressurreição”, disse Kraemer à agência de notícias AFP.
Esse dado, somado a um preço que poderia chegar a seis dígitos, é uma das principais razões pelas quais clonar animais de estimação não tenha se tornado um sucesso comercial. “O mercado é, na realidade, extremamente pequeno.” (Fonte: Folha.com)